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Federação Defende Carta Sindical do SINJEP

A conquista da Carta Sindical é um dos principais focos da direção do SINJEP. Herdada da gestão anterior, que muito brigou pela concessão do documento, a luta contra a burocracia que vem retardando a liberação da Carta pode estar com seus dias contados, por conta da reunião entre o presidente da Fenajud (Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário nos Estados), Luiz Fernando Souza com o coordenador-geral de registro sindical, Marcus Laira; titular da Secretaria de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho. O encontro aconteceu esta semana em Brasília, e foi considerado positivo pelo presidente da FENAJUD.

A Carta Sindical não tem impedido e nem trazido qualquer prejuízo ao trabalho realizado pelo SINJEP, no que tange as conquistas em prol dos servidores. “Muito pelo contrário. Até por conta da antiguidade do sindicato, que foi a primeira entidade representativa da categoria, o SINJEP se tornou o legitimo representante dos servidores e tem feito jus a isso”,declarou o presidente em exercício do sindicato, Fábio Costa.
O encontro em Brasília serviu para que a federação se posicionasse oficialmente contra à criação de sindicatos de Oficiais de Justiça. Como medidas práticas, a entidade já interpôs recursos contra a criação dos sindicatos de Oficiais no Espirito Santo e Pará (Processos 46222.009301/2011-56 e 46222.007096/2009-70, respectivamente). No que tange a Carta Sindical o processo é o de Nº 46222.007096/2009-70.
Para o presidente da federação a reunião foi positiva. “A Fenajud tratou primordialmente de dois assuntos, um é a divisão de base nos Estados – como a criação de sindicatos de grupos de servidores que não se caracterizam como categoria econômica – e o outro foi especificamente de assuntos afetos a alguns sindicatos filiados. A conversa foi amistosa e produtiva, tendo em vista a receptividade do novo coordenador. Apresentamos documentos importantes, como a nota técnica exarada pelo Coletivo Jurídico da Fenajud e elaborada pela assessoria jurídica nacional, reiterando mais uma vez que a base dos servidores da justiça é única”, concluiu.

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